Governadores do Nordeste se reúnem para definir plano de vacinação com imunizante Sputnik V

O comunicado foi feito pelo Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB): "Quanto mais vacinas, mais vidas salvas e mais rapidamente sairemos dessa crise sanitária e econômica"

Foto: Divulgação/AFP

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), confirmou, em suas redes sociais, que estará com os governadores da Amazônia e do Nordeste, neste sábado (05/05), para definição dos próximos passos da aquisição e vacinação da população com a vacina russa Sputnik V. "Quanto mais vacinas, mais vidas salvas e mais rapidamente sairemos dessa crise sanitária e econômica", comentou o chefe do executivo maranhense. A reunião foi durante a manhã de hoje e o resultado deve ser divulgado ao longo do dia.

Os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovaram na sexta-feira, 4, a autorização excepcional e temporária para importação e distribuição do imunizante, atendendo a um pleito dos governadores do Nordeste. O Ceará também participou da negociação antecipada para compra da vacina. A Anvisa também aprovou a Covaxin, vacina indiana solicitada pelo Governo Federal.

Ceará

Ainda na sexta-feira, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), comemorou a aprovação pela Anvisa para importação e distribuição da vacina Sputnik V. “Mesmo de forma ‘excepcional e controlada’, com ainda pequena quantidade de doses liberadas, a aprovação já representa um avanço para que tenhamos mais vacinas disponibilizadas à nossa população”, escreveu Camilo, também em suas redes sociais.

No total, serão 183 mil doses da Sputnik V, que poderão ser importadas para o Ceará, conforme a ordem dada pela Anvisa. A decisão de autorizar o início do processo de importação acontece com restrições e a quantidade permitida corresponde ao necessário para vacinação de 1% da população de cada um dos Estados.

Sobre a vacina Sputnik, liberada ontem pela Anvisa, os governadores da Amazônia e do Nordeste teremos uma reunião neste sábado, 10h, para definição dos próximos passos. Quanto mais vacinas, mais vidas salvas e mais rapidamente sairemos dessa crise sanitária e econômica. (Levi Aguiar/OPovo)

 

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